quinta-feira, 11 de abril de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Escaping From Campus - 16 de Março
O NEFILUM (Núcleo de Estudantes de Filosofia da Universidade do Minho) convida a comunidade académica da Universidade do Minho para uma atividade de Montanhismo no Parque Nacional Peneda-Gerês.
Dia: 16 de Março;
Dificuldade: Média - 1362 metros de altitude;
Duração: aprox. 5 horas;
Local: Serra Amarela - Louriça- Terras de Bouro;
Ponto de Encontro: Paragem de bus em frente à Universidade do Minho pelas 9:30;
Advertências:
- Cada participante deve levar o seu lanche.
- Aconselhamos o uso de botas de montanhismo ou caminhada;
- Para prevenir deverá levar um impermeável;
Custo: 4€
Lotação: 25 pessoas
Inscrição obrigatória para o
nefilum@live.com.pt ou 917153311 Rogério Correia
Dia: 16 de Março;
Dificuldade: Média - 1362 metros de altitude;
Duração: aprox. 5 horas;
Local: Serra Amarela - Louriça- Terras de Bouro;
Ponto de Encontro: Paragem de bus em frente à Universidade do Minho pelas 9:30;
Advertências:
- Cada participante deve levar o seu lanche.
- Aconselhamos o uso de botas de montanhismo ou caminhada;
- Para prevenir deverá levar um impermeável;
Custo: 4€
Lotação: 25 pessoas
Inscrição obrigatória para o
nefilum@live.com.pt ou 917153311 Rogério Correia
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Mestrado em Filosofia Política
O NEFILUM tem o prazer de divulgar o novo Mestrado em Filosofia Política do Departamento de Filosofia da Universidade do Minho.
Trata-se de um excelente opção para quem quer continuar estudos para além da graduação. E uma alternativa ao Mestrado em ensino de Filosofia.
Mais informações neste link: mestradofilosofiapolitica.weebly.com/
Saudações nucleares,
o NEFILUM
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
RHETORIC, BETWEEN THE THEORY AND PRACTICE OF POLITICS
International Conference
CEHUM, University of Minho
Braga, Portugal
June 21-22, 2013
Invited speakers (provisional list)
Call for papers
As one of the consequences of the lingering process of corrosion of the rationalist assumptions of the Enlightenment project, in the last decades we have witnessed an attempt in different areas of the humanities to revive the central role rhetoric used to have in antiquity. Despite its political origins, however, the contribution of political theory to this important endeavour has only come of late, as more and more theorists have started to expose the rhetorical nature of politics in multiple manners: showing how it can be used to offer more sophisticated accounts of public deliberation, more attentive toward emotive aspects and contexts; or revealing it as an important manifestation of practical reason; or studying its presence in canonical thinkers and critical moments in the history of political thought; or finally, taking it as an inspiring source for a post-foundationalist emancipatory political theory.
This variety of approaches testifies to the pervasiveness of the rhetorical dimensions in the whole realm of politics, from action to theory. The aim of this conference is to bring together scholars coming from disciplines such as political theory, philosophy, history, literature, or communication, to debate the multifaceted significance of rhetoric in politics and to explore new ways to incorporate a ‘rhetorical perspective’ in the study of political thought. Our hope is that this event could offer an important moment to assess and foster the still incipient revival of rhetoric in this area.
The conference will be organized in plenary and parallel sessions. Proposals for the latter are invited on, but not limited to, topics such as: rhetoric and the limits of rational deliberation, rhetoric as a manifestation of practical reason, rhetoric and civic education, rhetoric and the public intellectual, rhetoric and post-foundationalist political theory, rhetoric and political change, rhetoric and the symbolic space of politics, rhetoric in canonical political thinkers and in the history of political thought.
Call for Papers: IV Meetings on Ethics and Political Philosophy, University of Minho (Braga), May 20-21 2013
After three successful meetings on previous years, we now welcome paper proposals for the fourth Meetings on Ethics and Political Philosophy,which will be held at University of Minho, Braga (Portugal), on May 20-21 2013.
We invite contributions in both moral philosophy and normative political theory. The Meetings provide an excellent opportunity to present both advanced and exploratory work in front of an open and welcoming audience. The call is open to graduate students, junior researchers and senior scholars.
This year, Professor Peter Vallentyne (Florence G. Kline Chair of Philosophy, University of Missouri, Columbia), will be our keynote speaker. He will offer a lecture on Animals and Equality and a lecture on Left-libertarianism.
If you are interested in presenting a paper on a topic of your choice, please send your contact and affiliation, an abstract (300 to 500 words) and 5 key words, by January 30th to Cátia Faria (catiaxfaria@gmail.com) and Maria Joāo Cabrita (majcabrita@gmail.com). Abstracts will be submitted to peer review.
Deadline for submissions: 30th January 2013
Deadline for notification of acceptance: 20 th February 2013.
Information about registration, accommodation and travelling will soon be available online.
This event is organized by the Political Theory Group of CEHUM, University of Minho (Braga).
We invite contributions in both moral philosophy and normative political theory. The Meetings provide an excellent opportunity to present both advanced and exploratory work in front of an open and welcoming audience. The call is open to graduate students, junior researchers and senior scholars.
This year, Professor Peter Vallentyne (Florence G. Kline Chair of Philosophy, University of Missouri, Columbia), will be our keynote speaker. He will offer a lecture on Animals and Equality and a lecture on Left-libertarianism.
If you are interested in presenting a paper on a topic of your choice, please send your contact and affiliation, an abstract (300 to 500 words) and 5 key words, by January 30th to Cátia Faria (catiaxfaria@gmail.com) and Maria Joāo Cabrita (majcabrita@gmail.com). Abstracts will be submitted to peer review.
Deadline for submissions: 30th January 2013
Deadline for notification of acceptance: 20 th February 2013.
Information about registration, accommodation and travelling will soon be available online.
This event is organized by the Political Theory Group of CEHUM, University of Minho (Braga).
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
III Jornadas de Filosofia - Universidade do Minho - Programa detalhado
Caros amigos:
Vimos por este meio convidar-vos para as III Jornadas de Filosofia, este ano subordinadas ao tema "Filosofia e Ciências Naturais". Deixamos, de seguida, o programa daquele que é o evento mais importante do curso de Filosofia da Universidade do Minho:
Março de 2012
Dia 14 (quarta-feira)
Local: Auditório do ILCH
14h00 – CINEFILUM e CAFILUM sobre o filme Ágora (2009), de Alejandro Amenábar.
Dia 15 (quinta-feira)
Local: Auditório do ILCH
14h30 – Abertura das jornadas;
15h00 – Rubrica Eu Penso Assim – “Sobre a Relação entre a Filosofia e as Ciências Naturais”;
16h00 – Demonstrações laboratoriais pelo Núcleo Académico de Química (UM);
16h45 – Coffee Break;
17h00 – Filosofia e Ciências da Natureza. Da Matemática à Vida – Doutora Olga Pombo (UL).
***
Local: Museu Nogueira da Silva
21h30 – Comunidade de Leitores – Investigação Sobre o Entendimento Humano, de David Hume.
Dia 16 (sexta-feira)
Local: Auditório do ILCH
14h30 – Redefinindo a expressão "colocar--se na pele do outro“ – Patrícia Silva (UM);
16h00 – O Idealismo não Desapareceu. O Problema da Mente Humana na Explicação da Natureza – Doutor Manuel Curado (UM);
17h30 – Coffee Break
17h45- Debate Prós e Contras – “É a ciência axiologicamente neutra?” (moderador: Doutor João Mendes - UM);
19h00 – Encerramento das jornadas.
Esperamos poder contar com a vossa estimada presença!
O NEFILUM.
Vimos por este meio convidar-vos para as III Jornadas de Filosofia, este ano subordinadas ao tema "Filosofia e Ciências Naturais". Deixamos, de seguida, o programa daquele que é o evento mais importante do curso de Filosofia da Universidade do Minho:
Março de 2012
Dia 14 (quarta-feira)
Local: Auditório do ILCH
14h00 – CINEFILUM e CAFILUM sobre o filme Ágora (2009), de Alejandro Amenábar.
Dia 15 (quinta-feira)
Local: Auditório do ILCH
14h30 – Abertura das jornadas;
15h00 – Rubrica Eu Penso Assim – “Sobre a Relação entre a Filosofia e as Ciências Naturais”;
16h00 – Demonstrações laboratoriais pelo Núcleo Académico de Química (UM);
16h45 – Coffee Break;
17h00 – Filosofia e Ciências da Natureza. Da Matemática à Vida – Doutora Olga Pombo (UL).
***
Local: Museu Nogueira da Silva
21h30 – Comunidade de Leitores – Investigação Sobre o Entendimento Humano, de David Hume.
Dia 16 (sexta-feira)
Local: Auditório do ILCH
14h30 – Redefinindo a expressão "colocar--se na pele do outro“ – Patrícia Silva (UM);
16h00 – O Idealismo não Desapareceu. O Problema da Mente Humana na Explicação da Natureza – Doutor Manuel Curado (UM);
17h30 – Coffee Break
17h45- Debate Prós e Contras – “É a ciência axiologicamente neutra?” (moderador: Doutor João Mendes - UM);
19h00 – Encerramento das jornadas.
Esperamos poder contar com a vossa estimada presença!
O NEFILUM.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
sábado, 3 de dezembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
SparkNotes website
O Jorge Couto partilhou este link connosco e tem tudo, mas mesmo tudo. Para quem ainda tem de apresentar os livros a Filosofia Antiga aconselho a dar uma grande vista de olhos.
http://www.sparknotes.com/philosophy/
http://www.sparknotes.com/philosophy/
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
II Jornadas da Cultura
decurso de uma conferência sobre a Europa, abordou uma pergunta de sempre: “onde
começa e termina a Europa?”. Terá sentido, no tempo presente, falar do sentido da Europa?
Existe uma identidade europeia? Se sim, quais são as suas marcas, as suas raízes? O que se
deseja para a Europa? Estas são algumas questões que se deseja ver em debate nas II
JORNADAS DA CULTURA.
A Europa de hoje já não é seguramente a Europa que proporcionou a união de povos tão
diferentes como o eslavo e o latino, o saxão e o germano, o grego e o viking. Agregou num
projecto único a razão dos gregos, o direito de Roma e o amor de Cristo. Uma civilização que
escreveu a história a partir de três fontes: Logos, Ius, Charitas. Estas são as nossas raízes, as
mesmas que permitiram lançar a democracia, falar de tolerância, inflamar a solidariedade e
promover a afirmação de uma identidade plural.
Esta história tem um passado concreto, nomes específicos: é a Europa de Átila, de Carlos
Magno, de Carlos V, a Europa que venceu, pelo ânimo de Bento de Núrsia, os povos bárbaros
e que viu, a partir de então, povos a unificarem-se, mediados pela criação de um mesmo
espaço cultural que a fé cristã soube consolidar. Esta Europa, síntese do Ocidente e do
Oriente, soube superar as suas fronteiras geográficas e instalar-se para além do Atlântico.
Ao olhar para as suas raízes, percebemos que o cristianismo não só é a raiz da nossa cultura,
como é a fonte que fecundou as mais relevantes realizações culturais e sociais. Os monges
não ensinaram somente a arte de trabalhar as terras e a fertilizar regiões inteiras, ou a copiar
os códices e a construir Igrejas, a eles se deve o ensino das artes e das letras, do canto e do
encanto pelo fascínio, pela beleza.
A Europa foi-se construindo e, pouco a pouco, fortalecendo os laços que a unia: a cultura, a
moral, os estilos artísticos, os modos de vida, etc. Todavia, todas as épocas têm momentos
frágeis e a Europa passou por alguns desses momentos históricos: entre outros, a divisão
entre católicos e protestantes, a segmentação entre tomistas e nominalistas, o pensamento
ilustrado que manteve no centro do seu combate a religião, as ideologias totalitárias e
nacionalistas que provocaram verdadeiras catástrofes humanas e que mais não visavam do
que o desenraizamento da dimensão religiosa da vida humana.
De modo a fazer frente a estas catástrofes e a uma certa frustração das democracias liberais,
a velha civilização pedia a construção de um novo espaço, de um novo edifício político-social,
em que se valorizasse a pessoa humana. E uma vez mais, a estrutura que cimentou esse
projecto unificado foi o cristianismo.
Desde o início que De Gasperi, Monet, Schuman e Adenauer entenderam que a Europa teria
que ser algo mais do que uma simples agregação de recursos económicos e de
procedimentos burocráticos, geridos por instituições mais ou menos consolidadas. Tratava-se
de reconhecer o espólio de valores culturais, religiosos e de pensamento político adquiridos
ao longo de séculos de história comum. Nada mais se pedia à Europa que não fosse olhar
para o ser humano como um todo, integrado numa história que não o encerra em si mesmo,
mas que o abre para o outro e para a transcendência. Só quem olha para atrás é que se
depara com a sua história, sabe de onde vem e, em última análise, quem é.
Surge assim a pergunta: se esquecermos a história das conquistas europeias – a dignidade
humana, a luta pelos direitos humanos, a liberdade de opinião, o respeito pelo sagrado, o
pensamento crítico -, que valores temos em comum que permitam salvar o presente e
projectar o futuro? Como vamos conseguir uma unidade europeia sem cimentos que
sustentem coesões fortes?
Olhemos para a Europa e vejamos a consistência dos alicerces que estão a ser construídos:
ataque à vida, incursão contra a família, confusão ideológica, lassitude moral... tudo em nome
de uma sociedade mais livre, comandada pelo poder político e subjugada ao poder
económico.
Posto isto, julgamos ser oportuno dedicar as II JORNADAS DA CULTURA a tentar perceber
qual o sentido da Europa moderna, por onde vamos ou por onde queremos ir... Queremos
uma Europa aberta e hospitaleira ou caduca e fechada em si mesma?
Gostaríamos de poder interpretar o momento que nos é dado viver, de crise e de situações
limite, como uma oportunidade para a acção, para a reconciliação, para encontrar novos
rasgos, novas soluções que não sejam dominadas pelo primado do económico. Perante tantos
desafios que a Europa nos suscita não existe lugar para posições de centro. Não é legítimo
ficar parado, como também não é legítimo atirar culpas para erros do passado, como que se
de um fatalismo histórico se tratasse.
Há que optar entre a resignação ou o protesto, o esmorecimento ou a criatividade, o silêncio
ou a denúncia. Nós optamos pela última via, porque acreditamos numa Europa mais autêntica,
coerente e com um futuro humanizado.
retirado do site:http://www.jornadasdacultura.com/
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